Ele era meu aluno particular, ensinava química, física e matemática pra ele, e além disso ele foi se tornando meu amigo também, conversávamos muito sobre diversos assuntos. Ele era também amigo da família, a mãe dele conhecia a minha, e foi por causa disso que comecei a dar aulas pra ele.
Tudo começou quando em uma de nossas aulas, o assunto ficou mais “quente” devido ao fato de que ele namorava uma menina há anos, transava com ela, mas nunca tinha ido a um motel. Ele sempre me perguntava se era legal, e tudo o mais, e que gostaria de ir a um, qualquer dia. Bom, aí um dia, como estava quente, coloquei um vestido de alça, curto, e ele não conseguia prestar atenção no que eu ensinava de jeito nenhum! Eu percebia o interesse dele, mas fingia que não estava nem aí, e acho que isso deixava-o mais louco ainda. Nessa aula não rolou nada, mas aí começamos a falar sobre nossas fantasias também, até aí só como amigos.
Na aula seguinte, eu estava de saia curta e blusa, e ele comentou que aquele vestidinho da aula anterior tinha-o deixado maluco e que eu era gostosíssima. Então, nem eu nem ele conseguíamos mais nos concentrar pra aula, eu estava desconcertada, não sabia o que fazer, afinal, ele me atraía muito também. Nós estávamos na sala, mas tinha meu irmão no quarto e meu pai no outro, se rolasse alguma coisa, poderíamos ser vistos a qualquer instante, e essa tensão aumentava mais a nossa vontade e nosso desejo. Ele ficou quieto, e eu perguntava se ele estava prestando a atenção, ele virou pra mim e colocou a minha mão em cima da calça dele pra sentir o volume de seu pau. Aí eu fiquei louca, excitadíssima, ele me deu um beijo gostoso e colocou a mão dentro da minha saia, afastou a calcinha e sentiu que eu estava totalmente molhada, louca de vontade de tê-lo naquele momento. Eu percebi que o clima ia esquentar muito e que ali na sala seria muito arriscado para continuarmos a nos acariciar e nos entregar àquele instante de loucura e prazer. Já não havia mais a noção de nossa relação aluno-professor. Naquele momento, era um homem e uma mulher que estavam ansiosos para experimentar e se entregar ao prazer de uma aventura
Foi então que pedi para sairmos dali, a princípio íamos pegar o elevador e dar uma volta, na hora não tinha pensado em nada, só queria sair da minha casa. Quando entramos no elevador com aquele tesão incontrolável, nos beijamos loucamente, ele passava as mãos pelo meu corpo, chupava meus seios com vontade, apertava os mamilos e colocava um dedo dentro da minha vagina, e pediu que eu abrisse a calça dele e acariciasse seu membro. Como ele sentiu que eu estava totalmente encharcada ele colocou dois dedos nela e fazia-os entrar e sair de forma vigorosa enquanto eu batia uma punheta gostosa nele.
Bom, como percebemos que estávamos completamente entregues e que alguém poderia chamar o elevador a qualquer momento estragando a nossa transa, ele tirou uma camisinha da carteira e colocou no seu pau duro, e eu louca de tesão, não via a hora de ser penetrada por ele!! Como tínhamos pouco espaço, tentamos fazer em pé, mas o pau dele saía, então ele me pediu para virar de costas, abaixei e coloquei as mãos no chão, nessa posição, tivemos uma transa maravilhosa, rápida, devido as circunstâncias, mas valeu a pena. Logo depois que ele gozou, já estávamos refeitos, graças a Deus, passaram-se alguns segundos e o elevador foi chamado no térreo ( eu moro no 2o andar). Aí saímos do elevador, esperamos as pessoas subirem e voltamos ao meu apartamento para continuarmos a aula. E quem conseguia continuar??? Impossível né? Continuamos amigos depois disso, mas essa transa ficou realmente pra estória como a mais arriscada da minha vida!!
Sexo gostoso com meu aluno
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Gatinha gulosa
Na época eu tinha 19 anos e namorava um rapaz à mais ou menos 2 anos. O nosso namoro estava oscilando. Eu queria terminar mas não tinha coragem, estava muito fria nossa relação. Não transávamos à meses! Eu tinha um amigo com o qual sempre conversava. Foi então que nesta época ele me notou triste e me perguntou o que estava havendo: eu lhe contei tudo, que meu namoro estava em crise. E ele ouvia tudo calado, olhando em meus olhos fixamente. Quando terminei de contar perguntei meia sem graça: "O que foi? porque está me olhando assim?" então ele me disse que estava apaixonado por mim, que não agüentava mais esconder. Eu, por minha vez, disse que já à algum tempo o achava interessante demais, que começara a sentir algo mais que amizade. Ele então quiz me beijar, mas eu fugi e disse que iria pensar sobre tudo, porque não queria magoar ninguém. Quando cheguei em casa pensei, pensei, mas só conseguia pensar nele! naqueles olhos hipnotizantes, seu jeito misterioso... Encontrei com meu namorado e terminei. Ele chorou muito, disse que me amava, que nossa relação iria melhorar... e eu, impaciente, acabei contando que estava apaixonada por outro. Foi então que ele concordou em terminar. Novamente eu me encontrei com meu amigo e contei para ele que havia terminado. Ele me abraçou e eu nem tive como fugir de seus braços. Nos beijamos por muito tempo, depois ele começou a beijar meu pescoço. Eu não agüentava já de tesão (ainda mais que eu estava à muito tempo sem transar). Eu estava de calça jeans e ele também e mesmo assim quando nos abraçávamos, sentia o pau dele duro. Não agüentei e dei um enorme chupão em seu pescoço. Estava quente a coisa, mas estávamos na rua, em frente a casa dele. Então percebemos e nos afastamos. Já era noite, estava tarde, então nos despedimos e fui para casa. Quando cheguei fui tomar banho, e claro, me masturbei! depois nos falamos pelo telefone. A conversa começou normal mas do nada foi ficando mais quente, até que estávamos falando deliberadamente de sexo. Eu disse que estava louca de tesão por ele, que queria transar! ele sugeriu uma coisa totalmente diferente que nunca vou me esquecer! dois dias depois, seria Lua Cheia. Ele me pediu para que realizasse uma fantasia dele: transar numa floresta em plena Lua Cheia! ahhhhh... eu concordei na hora! até porque também era uma fantasia minha! Dois dias depois, lá fomos nós para a floresta: eu vestida com uma saia, que ele dissera ficar muito sexy em mim. Fui com ela só para provocar! Chegamos lá era quase noite, começamos a nos adentrar pela floresta e eu já com medo de nos perdermos: "vamos voltar! vamos voltar!" eu dizia. Ele todo misterioso olhou em meus olhos e disse: confie em mim! e eu continuei o seguindo bem mais tranqüila. Aqueles olhos me hipnotizavam! Finalmente ele parou. Chegamos à um lugar que me pareceu bem especial, cheio de árvores antigas bem altas e juntas num clima altamente misterioso. Minha primeira reação foi olhar o céu. A Lua estava linda! toda prateada! Ele me chamou para nos sentarmos ao pé de uma das árvores. Eu meia tímida me sentei ao lado dele. Ele começou a acariar o meu pescoço, depois beijar e nos beijamos muito e ele começou a acariciar meus seios e por a mão por dentro da minha saia. Eu estava de short por baixo! estava com tanto tesão que deixei a timidez de lado e tirei logo o short e a calçinha também! depois me sentei no colo dele, pus a mão na frente de sua bermuda e senti seu pênis totalmente duro. Tirei ele para fora e começei a masturba-lo, enquanto ele me masturbava. Estava morrendo de vontade de chupá-lo, então rapidamente o levei à minha boca, chupando-o gulosamente até que gosou, eu engoli aquela porra todinha lambendo seu pau até ficar limpinho, depois não me agüentando mais de tesão, sentei nele de frente enganchando minhas pernas em sua cintura. Ele me penetrou fundo. Eu gemia de tanto prazer e fazia maior eco aquela floresta! ele agarrava minha cintura me fazendo subir e descer no seu pau. Gosei e ele tbm, gosando dentro de mim. Depois nos levantamos. Ele ficou de frente para mim e disse: vamos ficar totalmente nus. Então tirei toda a minha roupa e ele a dele e deitamos no chão. ele deitou em cima de mim e transamos novamente. Depois, cansados, ficamos deitados lá olhando a lua. Depois de um tempo nos vestimos e voltamos para casa (e não nos perdemos!). Quando cheguei em casa já estava tarde, fui tomar banho e dormir. Ainda bem que minha mãe já havia ido dormir, senão ía ficar me fazendo mil perguntas de onde fui e voltei eu e as roupas sujas de terra. Quando acordei no dia seguinte que aconteceu o pior. Eu pensei, pensei, e apesar de ter sido muito bom, me arrependi, porque senti que ainda gostava do meu então ex-namorado e tudo que sentia pelo meu então amigo não passara de paixão e tesão, fogo de palha! Matei aula só para ir até a casa do meu ex! ele não estava lá. Sentei no portão e comecei a chorar! eu me sentia horrível! De repente chega ele, todo preocupado me perguntando o que aconteceu, porque eu estava alí chorando. Eu contei que tinha transado com outro e que tinha me arrependido, que ainda o amava, mas que se ele quizesse me desprezar e dizer que não queria mais saber de mim, eu entenderia... que eu fui muito vagabunda... disse que antes me sentia estranha, tinha vontade de transar com outros porque ele foi o meu primeiro e único e ele já tinha tido várias outras experiências com outras namoradas. Mas isso era errado, esse meu modo de pensar! ele disse que me amava também, que me queria de volta, mas que nunca mais eu pisasse na bola assim. E a sua prova de amor seria a de confiar que isto não se repetiria. Então voltamos. Quando cheguei em casa ligou o meu amigo (ele já tinha ligado me procurando umas 3 vezes!), eu atendi e conversamos. Droga! foi horrivel também! Acabei magoando os dois no final. Nunca mais tive coragem de olhar nos olhos dele, e ele depois se mudou para outra cidade. Mas nem foi por causa disso, a família dele teve que se mudar mesmo. Quanto eu e ao meu namorado, foi até engraçado! o nosso namoro retomou o tempero! acho que nos redescobrimos! estamos com quase 3 anos de namoro e hoje em dia somos muito felizes, tanto na cama, quanto no relacionamento em si!
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Trepada no metrô
Sempre gostei de andar de metrô. Além de necessário, para mim era muito especial.
Afinal, todos os dias ele estava lá, no mesmo banco de sempre, como que me esperando...
Eu vinha da faculdade, e quando entrava no vagão, meus olhos incontrolavelmente buscavam-no.
Não foi difícil iniciar um diálogo. Quando o vagão estava cheio, ele sempre se oferecia para segurar o meu material de escola. Um certo dia, com o vagão praticamente vazio, tomei coragem e sentei ao seu lado. Ele dirigiu-me um olhar doce e carinhoso, me deixando muito à vontade para falar de mim.
Tomei a iniciativa e perguntei como se chamava. Disse-me que se chamava Henrique e que trabalhava como diagramador em uma indústria gráfica. Nem prestei muita atenção, apenas observava quase que hipnotizada seus lindos olhos esverdeados, sua barba castanha bem aparada, seus lábios grossos e convidativos e seu peito largo e musculoso, além de um volume indisfarçável entre as pernas...
Depois de uma longa conversa, ele precisou desembarcar. Nos despedimos e prometemos nos ver no dia seguinte.
Incrível, no outro dia o vagão estava mais vazio ainda. Quando entrei ele estava lá e me sorriu com um olhar penetrante. Sentei ao seu lado e começamos um papinho. De repente, senti sua mão passeando em minhas coxas. Olhei para os lados, havia apenas mais 3 pessoas no vagão. Além disso estávamos no fundo e a próxima estação ainda demoraria um pouquinho.
Sentia um tesão imenso. Nos beijamos com um furor incrível. Eu estava com uma mini-saia e já sentia minha calcinha ensopada. Henrique era sensacional, parecia saber o que eu queria. Me acariciava os seios, mordia meu pescoço e penetrava levemente o dedo em minha vagina, por entre a minha calcinha. Não perdi tempo: abri seu zíper e agarrei seu mastro, rígido e potente.
Com água na boca, alí, naquele vagão de metrô, sentindo o barulho e o balanço da composição, abocanhei aquele pênis ereto, vigoroso e enorme, sentindo suas mágicas mãos a me masturbarem...
“Ainda não gozei”, ele me disse. “Nem eu”, respondi. E ignorando o espaço escasso das duas cadeiras, o perigo de sermos vistos naquele ato e o desconforto das circunstâncias, tirei a saia enquanto ele abaixava a calça. Ainda dei uma olhada em volta, ninguém parecia perceber nada.
Henrique encostou na janela e num gesto brusco e decidido me colocou em seu colo, sugando meus mamilos deliciosamente...Eu não hesitei e, me acomodando em sua ferramenta, sentindo todo aquele membro dentro de mim, me rasgando, passei a cavalgá-lo de forma louca, voraz, como nunca tinha feito...
Antes de chegarmos à outra estação, senti seu esperma jorrando dentro de mim ao mesmo tempo em que também me contorcia de prazer em sua vara...
Sentia uma sensação indescritível, um orgasmo intenso. Tive vontade de gritar como uma louca, de chorar e fazer um verdadeiro escândalo...
Ainda tivemos tempo para um longo beijo, molhado e significativo. Desembarcamos com naturalidade e partir dali iniciamos um grande relacionamento que, infelizmente, durou apenas 1 ano.
Há uma semana, estando no metrô novamente, relembrei tudo de novo. Quando percebi, estava molhada e era como se Henrique estivesse ali, proporcionando-me o mais intenso e delicioso momento da minha vida, me fazendo mulher como nunca nenhum outro homem jamais fez...
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