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Sadomasoquista

O que vou contar aqui aconteceu há uns anos, quando estudava fora, meu nome é Gabryela, morava com uma colega de curso, eu sempre gostei de ser humilhada e maltratada, mais levou algum tempo pra ela notar isso, mais quando notou tirou toda a vantagem que ela podia, virei sua escrava em tempo integral, só em publico é que ela não me maltratava tanto. Moramos três anos juntas, nesse período me diverti e sofri muito. Sempre fui sua empregadinha, dava até banho nela, quando fazia algo que ela não gostava, era severamente castigada. Depois que ela transava com seu namorado eu era obrigada a chupar sua buceta pra deixa-la bem limpa, eu ficava com um pouco de nojo de tirar aquela porra lá de dentro com a boca, mais era obrigada. Houve uma vez em que ela disse que iria colocar outra pessoa pra me dominar junto com ela, fiquei com um pouco de receio de me expor muito, mais topei. Um sábado à tarde eu estava em casa com ela, quando tocou a campainha, ela
atendeu a porta, veio até mim com uma venda nas mãos, disse que haviam pessoas ali com ela que iriam me dominar, eu deveria ficar pelada de pé com os olhos vendados e bem quieta. Levei um susto muito grande com a surpresa, mais fiz o que me foi mandado, fiquei ali de pé toda pelada e vendada, as pessoas entraram acho que deveria ser umas três pessoas, dois homens e uma mulher, fora minha Dona, elas ficavam falando e rindo da minha cara, dizendo que eu era uma idiota em ficar daquela forma, que eu era uma puta e riam muito. Eu me senti muito humilhada com aquilo tudo, fiquei preocupada, quem eram aquelas pessoas, será que era alguém do meu curso, embora eu não reconhecia as vozes. Apesar de tudo eu estava adorando aquilo tudo. Depois fui arrastada pelos cabelos até o centro da sala e me colocaram de quatro, passaram algo gelado na minha bunda e enfiaram um plug bem grosso no meu cù, minha Dona me disse que eu deveria ficar como uma mesa pra eles me usarem, fiquei um bom tempo dessa forma, eles tomando cerveja, falando muito, colocando os copos gelados nas minhas costas, às vezes me davam tapas na bunda e na cara para eu ficar quieta. Um bom tempo depois eles já estavam bem alegres, começaram a se beijar e a transar, sentando em mim, às vezes sentia as estocadas que o homem dava na mulher que estava deitada nas minhas costas, eu estava com as mãos e os joelhos doendo muito não pude agüentar mais e acabei desabando no chão. Isso despertou a ira dos quatro que começaram a me bater, me colocaram de pé e alguém me penetrou bem forte na buceta, o outro homem me pegou por trás, tirou o plug do meu cu e enfiou seu pau com tudo dentro de mim, o plug ficou tanto dentro de mim me deixou toda arrombada e eu nem senti tanto os dois paus me detonado. A mulher que estava sozinha começou a me chamar de puta, dizendo que eu estava com dois paus e ela sem nenhum. Neste momento eu levei um tapa na cara muito forte, depois outro e outro, cada um mais forte que o outro, só não fui ao chão porque os dois que estavam me comendo me seguraram. Só depois de uns dez tapas e que eu parei de apanhar. A mulher voltou a gritar dizendo “eu vou fude essa puta”. Fui colocada de quatro, minha Rainha me falou o que iria acontecer:com um pênis de borracha com duas pontas, iriam colocar no meu cu uma ponta, a outra ponta seria colocado no cu da outra mulher. Eu que já estava de quatro senti as pernas da outra esbarrando nas minhas enquanto ela ficava de quatro, depois aquele pênis artificial sendo colocado dentro de mim, entrou fácil, já estava bem dilatado. Logo depois aquela desconhecida começou a chegar a bunda pra trás, o pênis foi entrando cada vez mais dentro de mim, fui um pouco pra frente pra tentar me preservar, nisso levei um tapa na cara e alguém me dizendo que era pra não sair do lugar, tentei fechar o cú mais ele estava muito arrombado, a mulher chegando cada vez mais pra trás e cada vez mais forte, iniciando um vai-vem muito rápido, aquele pênis devia ter uns 40 cm e estava quase todo dentro do meu cu, pouco depois surgiu uma dor dentro de mim, minha barriga toda doía e a mulher me estocando , não pude fazer nada, não agüentando mais, cai de bruços. Com isso e mulher sentou em cima da minha bunda e começou a se remexer dando gargalhadas, com ela todos riram também. Me viraram e mandara que ficasse com a boca aberta, começaram a cuspir dentro dela, todos, eu acho, logo depois os dois gozaram dentro da minha boca, mandaram que eu gargarejasse toda aquela saliva com porra e eu fiz, todos riam muito da minha situação, com a cara ardendo dos tapas, um pênis de borracha dilatando meu cu e gargarejando aquela porcaria toda. Antes de irem embora ainda me deram uns tapas dizendo que eu era a escrava mais imbecil que eles já viram. Minha Dona nunca me contou quem eram aquelas pessoas, sempre que saio na rua fico com vergonha de serem pessoas com quem eu tenho contato. Adoraria manter contato com pessoas que curtam SM.

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Sonhei que estava dando para meu Professor

Ao longo de três meses comecei a dar certos olhares para o professor e sentava na primeira fila perto da janela, não faltava a uma aula dele, e foram olhares e suspiros e até bilhetinho anônimos no início e depois ele o professor veio a descobrir que quem os mandava era eu, eu tinha a impressão que ele imaginava eu ser uma gatinha linda de seios médios, coxas grossas e uma bundinha hiper gostosa, mas no início ele ficou na dele.
Na saída da faculdade no sábado à noite a aula havia terminado mais cedo em virtude de uma reunião da diretoria, quando terminou, pegou seu carro ligou e ficou pensando o que fazer, estava uma noite ótima super gostosa, e encontrava-se distante de casa.
Ao sair à esquerda encontrei o professor parado com seu carro ligado, parei o carro convidei para sairmos dar um giro. Que grata surpresa! Vera, que já fazia sucesso, convidando-me para tomar uma cerveja! Fomos para um local onde existe algum bar, mas onde a gente fica bebendo no carro um lugar onde os casais vão namorar, começamos a conversar sobre a faculdade e provas este tipo de assunto, logo o professor já foi sacando o meu lance, depois da segunda cerveja nos estávamos bem desinibidos, então de leve o professor tocou em meu braço, que sorriu de forma meio tímida, mas gostei do contato, fez alguns elogios para mim dizendo que eu, estava mais linda do que nunca.
Que tesão! Imaginou a tirinha do fio dental era algo de louco, uma faixa de paz entre as duas bandas da bundinha. Vera além de linda, era agradabilíssima. Fazia charminho.
Eu usava um tomara que caia e uma jaquetinha por cima, uma blusa com botões na frente. A estas alturas eu e o professor já estávamos de mãos dadas, mas com a ponta dos olhos observava o que rolava entre nos, quando o professor foi buscar a terceira cerveja e entrou no carro eu havia tirado a jaqueta expondo os seios redondos marcados pela roupa, logo observei que meu professor estava ficando de pau duro e não escondia, ele percebeu e depois me sorriu, o clima entre nos começou a ficar quente ele me colocou a mão sobre o joelho e começou a passar de leve e subi para coxa, não falei nada, disse que estava sentindo calor que a noite estava quente, disse que também estava abafada, então porque tu não abre um pouquinho a camisa, disse o professor, alguém pode ver, se não eu, o que é, que tem, só uns botoenzinhos aqui está escuro e não tem ninguém por perto, insistiu enquanto eu passava a mão sobre seu braço já se chegando mais para perto, baixei a cabeça abrindo três botões deixando aparecer as rendinhas do sutiã, não sei porque tu usa sutiã, ele me disse, porque, e senti a mão envolvendo direto no meu seio, professor, disse eu segurei a mão dele apertando contra o meu seio enquanto ficava só olhando e sorrindo e chegando mais para perto, suspirou enquanto a minha mão entrava por dentro da camisa, então Vera aqui alguém pode ver a gente, sugerindo que fôssemos para o meu apartamento continuar a conversa... Lá no apto eu já estava abrasada com o professor trocando o maior beijo na boca e passando a mão por todo aquele corpinho, o professor tirou o meu sutiã deixando eu só de saia. O professor por sua vez foi dizendo que meus peitinhos eram lindos, e abriu o sutiã, gostosos, indagou e se inclinou o rosto começando a chupá-los e o professor sentiu que eu tirava minha camisa quando ele voltou a me abrasá-la percebeu que eu já estava só de calcinha (fio dental) trocamos mais um beijo, e depois comecei a passar a mão sobre o cacete ainda dentro da calça de meu professor. Desinibido o professor tirou a meu fio dental e fomos para cama me fartei beijando meu professor na boca e em seu majestoso cacete olha só Vera que cacetão (modéstia a parte tenho um pau e tanto 20cm), e enquanto meu professor me beijava os seios, já estava eu lá embaixo chupando seu cacete, eu passava a língua de um lado, a outro, do seu pau fiquei um bom tempo lhe chupando e quando não agüentei mais disse que iria gozar, juntou o meu rosto e gozou entre o lábio meu, que fiquei passando a língua colhendo todo o seu leitinho, enquanto caminhava para o chuveiro já com os peitos de fora. Era tudo que eu queria. O professor colou atrás e não só passou a mão na minha bundinha como taqueou um chupão na minha nuca. Calma, vou tomar um banho antes da segunda secção...
De joelhos, comecei um boquete genial, ora lambendo suas bolas, ora engolindo toda a espada. A respiração ofegante dava o tom do tesão da fêmea, que me encontrava. Foi difícil segurar o gozo, que veio num esporo só. Sai catando tudo com a língua, comendo o mingau quentinho pelas bordas. Continuamos a brincadeira com o chuveiro aberto, um ensaboando o outro bem devagar. Aquilo fez com que o pau do professor levantasse de novo, pronto para concluir o serviço.
O professor deixou cair o sabonete de propósito e, quando me abaixei para pegá-lo, senti novamente a pressão de sua bela pica. Rebolei e o professor ia deslizando na minha bundinha ensaboada, até engatar o pau com a minha xoxota. Enterra gostosa, tua vara é maravilhosa, elogiei, rebolando ainda mais. Com o sabonete, o vaivém era mais gostoso. O professor colocou para fora toda a tesão reprimida da faculdade. O professor pensava agora, de quatro, a mais gostosa da turma dançava na minha pica diplomada em fodelança. A minha xoxota meladinha era um cofre rico em tesão, piscando de vontade. O professor passava a língua pelas orelhinhas para endoidar-me ainda mais: Ai, que gostoso, você é o melhor homem do mundo e eu a mina mais feliz. Gozamos alternadamente, no banho mais longo da minha vida.
A festa só acabou quando o telefone tocou. Era meu namorado, puto da vida porque dera um bolo nele, não aparecendo no cinema na hora marcada. Eu lhe disse que, no apartamento, a tela era muito mais quente.
Até porque, àquela altura, eu finalizava os trabalhos com um boquete no seu celular de carne e prazer.
Quando me acordei estava toda úmida de tesão por meu professor, que pena ter sido somente um sonho que tive com o professor. Este sonho poderia ser realidade num intervalo da faculdade?...
Vou fazer meu professor delirar na minha xoxota.

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Enlouquecida pelo Professor

MELO é um homem maravilhoso, e sempre o achei, desde a época de faculdade, pois foi meu professor. Charmoso, muito inteligente, sedutor por natureza, um corpo delicioso, um homem enfeitiçante! Me chamo Mag, sou uma mulher inteligente, bonita e extremamente sexy. Melo e eu nos encontramos muito anos depois numa festa, onde ele havia retornado de uma temporada fora do país, e nesta festa ele ficou por um longo tempo me admirando e tecendo elogios a meu respeito. Mal sabiamos que naquela festa mudariamos nossos destinos ao nos aproximar, afinal, ambos éramos e ainda somos casados, cada qual com seus filhos - apesar de fazer quase um ano que começamos nossa história. Sempre trai o meu marido pelo fato de ADORAR sexo, e este sempre foi um dos assuntos preferidos entre Melo e eu quando nos encontrávamos. Ficávamos horas enfeitiçados em nossas conversas, um enaltecendo o outro sem sonhar que o tesão era recíproco. Não entendíamos ao certo o que estávamos buscando mas sabíamos que era algo em comum, sempre arrumávamos pretextos para nos encontrar, até que um dia meu marido viajou, e eu o convidei para ir ao meu apartamento. Ele aceitou empolgado! Era uma segunda feira, e ficamos horas e horas conversando, mas nada rolou... além de um puta tesão eu quase beijo de despedida no elevador. Marcamos para a outra segunda-feira, ai não demos chance ao destino, a terra parou! Eu estava com um vestido preto, me produzi para ele pois eu sabia o que eu queria; ele lindo, com flores na mão vestindo uma roupa social - já que havia falado para sua esposa que viajaria para dar suas aulas. Bebemos vinho e conversamos excitadamente durante algum tempo, quando o clima esquentou e o inevitável aconteceu... transamos loucamente por 10 hs seguidas. Este dia marcou o início de nossas loucuras, pois nunca mais paramos, as fizemos até hoje. Neste dia, estávamos sentados num sofá, quando o primeiro beijo aconteceu. Ao sentir o gosto de sua boca, também senti sua mão percorrendo todo o meu corpo como se quisesse desenhar cada centímetro, e sua mão foi explorando cada parte até enfiar a mão por dentro da minha calcinha (que já estava encharcada) e cuidadosamente foi massageando toda minha buceta me fazendo delirar de prazer. Nunca havia sentido nada igual! Melo foi beijando os meus peitos deliciosamente, foi descendo até abrir as minhas pernas e arrancar a minha calcinha para beijar a minha buceta... foram tantas chupadas e lambidas que perdi a noção do tempo. Suas palavras me emudeciam, pois quanto mais ele falava mais me excitava e eu gozava. Foi quando ele tirou seu pau pra fora, grande, cabeçudo, e começou a acariciar meu corpo com ele até chegar a minha boca, onde coloquei aquele cacete todo dentro da minha boca, sugando e lambendo até deixar ele quase gozar em minha boca... ai ele me levantou do sofá, me virou de costas e enfiou deliciosamente seu pau na minha buceta. Aquilo foi o paraíso! Em movimentos vai-vém ele socou tudo o que podia até gozarmos... e assim fomos transando no meu quarto, na banheira, na sala, na copa, e até na lavanderia. Trepamos madrugada afora, sem pudor algum, nos permitindo tudo... TUDO MESMO! E esse dia marcou o início de muitas transas, pois nos encontrávamos no mínimo 2 vezes na semana num outro apartamento. Eu o trai algumas vezes também, apenas por sexo. Percebi quando ele me me abandonou, que não posso ousar viver sem ele. Fiz um pacto de fidelidade com Melo, onde cumpro com muito prazer e tesão até hoje. Trepamos a cada encontro, onde o lugar não faz a menor diferença, pois descobrimos juntos que o combustível do sexo é o amor. Somos loucos por sexo, e estamos sempre inventando alguma coisa diferente, apesar de ainda sermos escravos do relógio e mestres em desculpas e mentiras. Nos amamos a cada dia mais... e agora vou me separar do meu marido e ele da esposa dele para podermos nos casar em breve!Melo é o homem que toda mulher sonha, um tesão, um homem enacantador!!!

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Japinha Tarada

Sou uma garota descendente de japoneses, 1,65mt, 45kg, cabelos compridos, lisos, 85x55x80. Quando tinha 18 anos, havia entrado na Faculdade, conhecí numa festa um carinha (japoneizinho tb). Depois de 2 dias ele me ligou, e não fiquei nem um pouco surpresa. marcamos para sair no dia seguinte, e veio me pegar na casa de minha tia (sou do interior e morava com ela).
Fomos para um barzinho. Papo vai, papo vem, o carinha muito sedutor, eu estava exalando sexo... Mas como eu não dava sinais, ele não avançou o sinal (amarelo..).
No dia seguinte saímos denovo, outro barzinho. Conversamos muito, e ví que o cara era muito gente fina. A certo momento, fui ao toalete. Não sei porque, resolví tirar o sutiã. Voltei à mesa, e continuamos o papo. Derrepente ele arregala os olhos e pensa... será que estava sem, ou estava com e tirou???
Mais uns minutos, e saímos, ele começou a dar umas voltas pela cidade, meio sem destinos, acho que procurando um lugar calmo. paramos numa loja de conveniencia, onde comprou umas bebidas, e ficamos conversando no carro. Derrepente, deitou sua cabeça em meu ombro,e logo estávamos nos beijando loucamente. Daí para a mão boba nos peitos foram num instante.
Ele resolveu sair dalí, e fomos para m inha rua, que é bem escura e continuamos os amassos, em frente ao prédio. Ele enfiava a mão sobre a calça em minha área íntima, me fazendo enlouquecer. Abriu os botões, e colocou o dedo lá dentro, que já estava muito, muito molhadinha...Tirei toda a parte de baixo para facilitar... ai que loucura, e se passase a polícia?
Ele pegou minha mão e levou ao seu membro rígido, abriu o zíper, e segurei seu pinto com muito tesão. Como ainda era inesperiente, me ensinou o movimento, e ele me bolinando, enfiando a esta altura dois dedos... uma loucuuuura!
Fui ao orgasmo, mas ele queria mais, colocou o indicador e minha boca, comecei a chupar, e ele gentilmente guiou até seu membro. Não sabia o que fazer direito, mas comecei a lambê-lo, vendo que estava insegura, ele apesar de um cavalheiro, não aguentou o tesão e forçou minha cabeça para baixo e enfiou seu pinto até o fundo da minha boca. Quase engasguei, mas era delicioso, seu ele era razoavelmente grande, contradizendo a lenda, (depois transei com ocidentais e não eram diferentes)e voltou a colocar os dedos em meu buraquinho molhado, desta vez, 3 dedos. Eu chupava o meu macho com muito tesão, e ele me comendo com aqueles dedos , e chegou a colocar 4 deles, até que ele gosou, e naturalmente, bebí o esperma. Lambí tudo e deixei limpo.
Já eram 4 da manhã, de uma quarta, e tinhamos que terminar por alí. Coloquei a calça, e deixei minha calcinha e meu sutiã com ele.
Durante esta semana, foi assim, chupando, gozando, dedando...sempre no carro, em frente ao prédio. Até que a coisa esquentou e neste dia eu estava com uma saia, e ele pôs uma camisinha e disse que iria me penetrar. Sentei em seu colo, de frente, e sentí o pinto entrando. Foi uma coisa alucinante, tive multiplos orgasmos, mas ele estava firme. Paramos um momento e ele queria que eu chupasse. Abocanhei e rapidamente ele me serviu seu sêmem.
Me confessou que seu tesão era minha chupada, que minha língua no furinho da cabeça lhe dava uma sensação intergalática, chegava a delirar.
Então, o fetiche carro/chupadinha chegou ao máximo de sairmos de carro pela cidade, e eu chupá-lo em movimento, realmente perigoso e excitante.
Este romance sexual durou 2 semanas, quando caímos na real, e percebemos que não nos amávamos, éramos uns pervertidos apenas.
Nunca mais nos encontramos, e nunca mais viví aventura sexual tão grande.

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Dando para o amigo da Faculdade

Atualmente sou casada, com 26 anos e uma filha, vou contar uma de minhas aventuras um pouco antes de meu casamento. Naquela época eu namorava e brigávamos muito, e nestas separadas que eu aproveitava. Sou oriental, muito apertadinha, de seios médios e bumbum empinadinho, e foi com este perfil que um dia saindo da faculdade peguei carona com um colega de curso.
No caminho fomos conversando normalmente e ele me enchendo de perguntas tipo, como meu namorado me deixava voltar sozinha à noite, que era um pecado, e eu fui concordando. Bem era Sexta-feira, não ia sair mesmo, foi então que senti aquele calorzinho e uma vontade de sentir um pinto quente dentro de mim, acabei cedendo a paquera de meu colega e fomos para sua casa, descobri que ele morava sozinho e que ninguem nos incomodaria, entrando lá fomos nos beijando e nos esfregando, sentia sua mão em meus seios, que desejo eu sentia, ele desceu sua mão até minha xoxotinha, muito molhada e foi enfiando os dedos devagarzinho, eu o beijava e fui arrancando suas roupas, deixando-o pelado e caindo de boca naquele cacete, grande e muito cabeçudo. Coloquei minha xaninha na boca dele, que estava muito louco para sentir meu sabor de namoradinha dos outros. Fiquei enlouquecida para sentir um pinto diferente, e comecei a esfregar a cabeça do pau dele na minha xoxotinha e escorregar devarzinho, sentindo minha bucetinha abrindo e engolindo todo aquele pinto. Trepei muito, todas as posições que eu conhecia e que não conhecia, sentia sua porra esguichar dentro e não parava de cavalgar, quando foi minha vez de provocá-lo, coloquei um dedinho no cuzinho, depois outro, enquanto ele me comia de quatro, gozei várias vezes.
Chegando em casa, havia um recado de meu namorado, que iríamos sair logo cedo, pela manhã, e qual a minha surpresa, fomos a um motel transar, imagino que eu devia ainda estar com o gosto do pinto de meu amigo, depois desta transa descobri que o melhor tipo de homem é o cabeçudo.

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Loucuras no Elevador

Ele era meu aluno particular, ensinava química, física e matemática pra ele, e além disso ele foi se tornando meu amigo também, conversávamos muito sobre diversos assuntos. Ele era também amigo da família, a mãe dele conhecia a minha, e foi por causa disso que comecei a dar aulas pra ele.
Tudo começou quando em uma de nossas aulas, o assunto ficou mais “quente” devido ao fato de que ele namorava uma menina há anos, transava com ela, mas nunca tinha ido a um motel. Ele sempre me perguntava se era legal, e tudo o mais, e que gostaria de ir a um, qualquer dia. Bom, aí um dia, como estava quente, coloquei um vestido de alça, curto, e ele não conseguia prestar atenção no que eu ensinava de jeito nenhum! Eu percebia o interesse dele, mas fingia que não estava nem aí, e acho que isso deixava-o mais louco ainda. Nessa aula não rolou nada, mas aí começamos a falar sobre nossas fantasias também, até aí só como amigos.
Na aula seguinte, eu estava de saia curta e blusa, e ele comentou que aquele vestidinho da aula anterior tinha-o deixado maluco e que eu era gostosíssima. Então, nem eu nem ele conseguíamos mais nos concentrar pra aula, eu estava desconcertada, não sabia o que fazer, afinal, ele me atraía muito também. Nós estávamos na sala, mas tinha meu irmão no quarto e meu pai no outro, se rolasse alguma coisa, poderíamos ser vistos a qualquer instante, e essa tensão aumentava mais a nossa vontade e nosso desejo. Ele ficou quieto, e eu perguntava se ele estava prestando a atenção, ele virou pra mim e colocou a minha mão em cima da calça dele pra sentir o volume de seu pau. Aí eu fiquei louca, excitadíssima, ele me deu um beijo gostoso e colocou a mão dentro da minha saia, afastou a calcinha e sentiu que eu estava totalmente molhada, louca de vontade de tê-lo naquele momento. Eu percebi que o clima ia esquentar muito e que ali na sala seria muito arriscado para continuarmos a nos acariciar e nos entregar àquele instante de loucura e prazer. Já não havia mais a noção de nossa relação aluno-professor. Naquele momento, era um homem e uma mulher que estavam ansiosos para experimentar e se entregar ao prazer de uma aventura
Foi então que pedi para sairmos dali, a princípio íamos pegar o elevador e dar uma volta, na hora não tinha pensado em nada, só queria sair da minha casa. Quando entramos no elevador com aquele tesão incontrolável, nos beijamos loucamente, ele passava as mãos pelo meu corpo, chupava meus seios com vontade, apertava os mamilos e colocava um dedo dentro da minha vagina, e pediu que eu abrisse a calça dele e acariciasse seu membro. Como ele sentiu que eu estava totalmente encharcada ele colocou dois dedos nela e fazia-os entrar e sair de forma vigorosa enquanto eu batia uma punheta gostosa nele.
Bom, como percebemos que estávamos completamente entregues e que alguém poderia chamar o elevador a qualquer momento estragando a nossa transa, ele tirou uma camisinha da carteira e colocou no seu pau duro, e eu louca de tesão, não via a hora de ser penetrada por ele!! Como tínhamos pouco espaço, tentamos fazer em pé, mas o pau dele saía, então ele me pediu para virar de costas, abaixei e coloquei as mãos no chão, nessa posição, tivemos uma transa maravilhosa, rápida, devido as circunstâncias, mas valeu a pena. Logo depois que ele gozou, já estávamos refeitos, graças a Deus, passaram-se alguns segundos e o elevador foi chamado no térreo ( eu moro no 2o andar). Aí saímos do elevador, esperamos as pessoas subirem e voltamos ao meu apartamento para continuarmos a aula. E quem conseguia continuar??? Impossível né? Continuamos amigos depois disso, mas essa transa ficou realmente pra estória como a mais arriscada da minha vida!!

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